UMA MANHÃ
UMA MANHÃ
as aves brancas atravessam o brilho
no metal da manhã bate a luz no espelho
a chávena chega com grãos de letras
uma bica é um quarto, sala, cozinha
e wc na minha cabeça a cartola.
uma língua uma palavra.
um aperto de mão, uma fragrância
uma sólida construção.
habitamos devagar os lugares marcados
como mapas terrestres onde o dia azul
faz-se tempo e avança os caminhos.
viajo até que o sol se esconda
na rua mais clara da cidade.
CONSTANTINO ALVESJOSÉ GIL
as aves brancas atravessam o brilho
no metal da manhã bate a luz no espelho
a chávena chega com grãos de letras
uma bica é um quarto, sala, cozinha
e wc na minha cabeça a cartola.
uma língua uma palavra.
um aperto de mão, uma fragrância
uma sólida construção.
habitamos devagar os lugares marcados
como mapas terrestres onde o dia azul
faz-se tempo e avança os caminhos.
viajo até que o sol se esconda
na rua mais clara da cidade.
CONSTANTINO ALVESJOSÉ GIL

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